quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

PALESTRA PSICOLOGIA AMBIENTAL

O LERHA tem o prazer de informar que um dos grandes estudiosos da Psicologia Ambiental, o Prof. Dr. José Pinheiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) estará em Fortaleza esta semana e apresentará a palestra "TERRAE INCOGNITAE, TEMPO E SUSTENTABILIDADE: fronteiras abertas para uma psicologia do global" na UNIFOR.

A palestra abordará a importância da cognição ambiental e da experiência temporal na promoção de comportamentos responsáveis em relação ao Meio Ambiente.

LOCAL: Auditório A3 - UNIFOR
DIA: Quinta - feira, 12/02
HORA: 19hs

A entrada é gratuita.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

APROXIMANDO A TEORIA DA PRÁTICA - AULA TÉCNICA - AÇUDE CASTANHÃO

Aproximando a teoria da prática - Aula Técnica - Açude Castanhão
O Rio Jaguaribe é uma artéria aberta por onde escorre e se perde o sangue do Ceará.O mar não se tinge de vermelho porque o sangue do Ceará é azul...Todo o plasma.Toda essa hemoglobina na sístole dos invernos vai perder-se no mar.(Demócrito Rocha)Foi realizada aula de campo no dia 25 de Outubro de 2008 no Curso de Especialização em Direito Ambiental da Universidade de Fortaleza – UNIFOR. A aula técnica faz parte da disciplina de Licenciamento Ambiental – estudo de impacto ambiental e relatório de impacto ambiental do curso. Nessa oportunidade os alunos conheceram e vivenciaram uma experiência extra - sala de aula, bastante interessante, consolidando o conhecimento teórico aprendido, ao visitarem o Açude Castanhão, obra de grande porte do nosso Ceará.A visita a barragem do Castanhão, teve por finalidade conhecer e analisar os aspectos do licenciamento ambiental e seus impactos ambientais. Como resultado dessa experiência foi produzido pelos alunos um documentário que aborda os impactos ambientais sobre a fauna, flora e os impactos sobre as pessoas que moravam nas terras que hoje estão inundadas pelas águas do açude. A aula técnica foi muito importante porque propiciou um aprendizado diferenciado a partir da constatação in locu dos impactos positivos e negativos ao meio ambiente resultantes da construção do açude Castanhão.Profª. Mary AndradeCoordenadora da Especialização em Direito Ambiental – UNIFOR

Maquete Açude Castanhão


Pôr - do- Sol na volta da visita ao Castanhão


Alunos registrando esse momento


Alunos no ônibus rumo ao Açude Castanhão


Entrevistando moradores da Nova Jaguaribara


Foto do Açude Castanhão


Momento da palestra


Local de Criação de peixe


Foto da Turma


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Cidades precisam estar preparadas para mudanças no clima

02/02/2009
Cidades precisam estar preparadas para mudanças no clima

Paula Santoro, de Belém

“A agenda brasileira para 2009 em relação ao tema das mudanças climáticas será disseminar o Plano Nacional sobre Mudanças do Clima (PNMC) e debater a Política Nacional, encaminhada ainda em 2008 para o Congresso Nacional”. É o que afirmou Neilton Fidelis, representante do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), em mesa que discutiu o PNMC, em 30 de janeiro durante o FSM.

Desde que o Presidente Lula anunciou que o governo brasileiro iria finalizar um plano e elaborar uma política que enfrentasse o problema ( para isso foi criado o Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima, Decreto Federal no 6.263/07, em novembro de 2007), o Fórum tem coletado contribuições para o projeto através de diálogos setoriais. A iniciativa se soma a outros colegiados e instâncias como a Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, a III Conferência Nacional de Meio Ambiente e fóruns estaduais e municipais sobre o tema.

O Plano está estruturado em quatro eixos: mitigação; vulnerabilidade, impacto e adaptação; pesquisa e desenvolvimento; e capacitação de divulgação. Embora já elaborado e lançado, ainda há muito o que fazer. Uma das pautas dos debates, são quais serão os instrumentos de ordem econômica e legal que permitam garantir que as ações previstas no plano sejam cumpridas. Dessa forma, o próprio Ministério vê o plano em construção e prevê capacitações e debates sobre o tema ainda em 2009.

O que o Plano Brasileiro prevê são metas de redução das emissões de gases poluentes e de efeito estufa e mostra que o país pode ser uma das maiores nações contribuintes nessa diminuição. Ele também contém objetivos e ações principais, que passam desde aquelas que exigem regulação e legislação, até as que podem ser feitas por qualquer cidadão. É ideal que todos envolvam-se nessas ações e se comprometam com metas, mudança de mentalidade e formas de consumo.

Um olhar atento pelo documento do Plano e já se percebe a necessidade de que os atores sociais envolvidos nos processos urbanos, façam parte desses debates. Diferentemente das metas de desmatamento e de diminuição de emissão de gases, não há metas que trabalhem para mudar o modelo nas áreas urbanas.
Há várias ações neste sentido: transformar o modelo de transporte estruturado a partir de rodovias e automóveis, deixando espaços para bicicletas e pedestres; combater o modelo baseado no consumo voraz e efêmero, por isso contínuo; mudar o sistema de desenvolvimento insustentável que busca alimentos em lugares distantes e destrói as matas próximas da cidade. Em tempo: a maior parte da poluição do ar de São Paulo, para ficarmos com um exemplo, é causada pelos carros e não pelo setor produtivo.

O Plano também não contempla reflexões sobre temas urbanos que podem alterar consideravelmente as cidades, como a migração de locais atingidos, a ameaça de escassez de água frente a poluição das águas, a vulnerabilidade que já existe e se agrava com os problemas causados pela mudança climática, etc.
Incluir esses temas é fundamental para nos prepararmos para uma nova e necessária agenda urbana para as mudanças climáticas, pois as cidades são elementos chaves frente à essa ameaça.

Conheça o sumário executivo do Plano Nacional sobre Mudanças do Clima (PNMC).

* pesquisadora da área de urbanismo do Pólis


Fonte: http://www.polis.org.br/noticias_interna.asp?codigo=747

Poesia: Quintino Cunha

Quintino Cunha



Comunhão da Serra



Ontem, à noite, eu vi a minha Serra,
Como uma virgem, trêmula, contrita,
Recebendo de Deus, daqui da terra,
Uma hóstia do Céu, hóstia bendita.


Como foi, para vê-la assim? De neves
Era o véu transparente, que a cobria,
Vendo-se aqui e ali negros tons leves,
Do negro que do verde aparecia.


Tons negros, talvez restos, que os comparo,
De alguma nuvem torva, esfacelada
Por Deus, que só queria o Céu bem claro,
Porque ia dar a hóstia consagrada!


o cafeeiral, que rebentava em flores,
A grinalda na fronte lhe brotava;
E o frio, rebento dos temores,
No seu intimo, o frio rebentava!


Assim a Natureza era o sacrário,
De onde Deus dava a comunhão radiosa
À Serra! E era o Céu o grande hostiário
E era a lua, a hóstia luminosa.


E digam que eu não vi a minha Serra,
Como uma virgem, de grinalda e véu,
Recebendo de Deus, daqui da terra,
A hóstia luminosa lá do Céu!
Fonte: http://www.secrel.com.br/jpoesia/@qc01.html

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Congresso Nacional de Educação Ambiental III Encontro Nordestino de Biogeografia

Congresso Nacional de Educação Ambiental III Encontro Nordestino de Biogeografia
João Pessoa, 10 a 13 de junho de 2009

Educação para a sociedade sustentável e saúde global


Realizado pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB, o Evento de caráter técnico-científico tem como objetivo divulgar práticas sustentáveis e tecnologias alternativas para conservação da biodiversidade, com ética e justiça social.
Aberto à sociedade, estão entre os participantes professores, pesquisadores, profissionais e estudantes de diversas áreas, como biogeógrafos, climatologistas, paisagistas, ecologistas, biólogos, arquitetos, agrônomos, engenheiros, geógrafos, administradores e afins.
O evento vai fornecer resultados de pesquisas científicas, projetos bem sucedidos, informações técnicas e propiciar trocas de experiências entre os participantes.

Público esperado: 1.200 participantes.
Haverá publicação dos trabalhos apresentados em livros de coletâneas impressos e em CD, com ISBN e selo da Editora Universitária / UFPB.

Inscrições abertas!
Onde: Universidade Federal da Paraíba – Campus I – João Pessoa –
Paraíba.
Quando: 10 a 13 de junho de 2009
Contatos: (83) 3243.7264; (83) 8834.7180 e
gs_consultoria@yahoo.com.br

Informações: www.gsplanejamento.com

A Central do Cerrado - Produtos Ecossociais

A Central do Cerrado - Produtos Ecossociais
É uma iniciativa sem fins lucrativos estabelecida com 21 organizações comunitárias que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do Cerrado.
Funciona como uma ponte entre produtores comunitários e consumidores, oferecendo produtos de qualidade como: pequi, baru, farinha de jatobá, farinha de babaçu, buriti, mel, polpas de frutas, artesanatos, dentre outros, que são coletados e processados por agricultores familiares e comunidades tradicionais no Cerrado.
Ao comprar os produtos por meio da Central do Cerrado, os consumidores têm a certeza de que estão levando para casa alimentos funcionais e de sabor aprovado por grandes nomes da culinária brasileira. As qualidades nutricionais dos frutos do Cerrado são tema de pesquisa em instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Universidade de Brasília e a Unicamp, centros de excelência quando o assunto é descobrir o que vem junto com o sabor dos alimentos nativos da savana brasileira, considerada a mais rica do mundo em termos de biodiversidade.
A Central do Cerrado fornece produtos para chefs de cozinha, restaurantes, empórios e pequenos mercados, oferece coquetéis e lanches para eventos, atende encomenda individuais, cestas personalizadas e para grupos organizados de consumo.
Além de promover a divulgação e inserção dos produtos comunitários de uso sustentável do Cerrado nos mercados locais, regionais e internacionais a Central do Cerrado serve também como centro de disseminação de informações, intercâmbio e apoio técnico para as comunidades na melhoria dos seus processos produtivos, organizacionais e de gestão.
A Central do Cerrado opera dentro dos princípios e conceitos do Comércio Justo e Solidário, tendo como objetivo promover a inclusão social através do fortalecimento das iniciativas produtivas comunitárias que conciliam conservação do Cerrado com geração de renda e protagonismo social.
Todos os grupos atendidos pela Central do Cerrado são apoiados pelo Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) que é coordenado pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).
Pedidos podem ser feitos diretamente por telefone ou email:
Central do Cerradocentraldocerrado@centraldocerrado.org.br
(61) 3327 8085
Fonte: http://www.centraldocerrado.org.br/apresentacao.html/